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12 Horas Para Sobreviver: Ano da Eleição (Crítica)

 

12 Horas Para Sobreviver é o terceiro filme de uma franquia que trouxe uma premissa inovadora para o gênero do suspense. O longa-metragem traz elementos que deram certo nos dois anteriores, inclusive alguns personagens de Uma Noite de Crime e Uma Noite de Crime 2 – Anarquia.  A proposta do longa, em primeira instância, é trazer o bom e velho suspense de perseguição para o espectador, mas junto com isso, você acaba percebendo que o filme, assim como os anteriores, traz grande crítica social. A distopia entre os ricos e pobres é abordada de maneira excepcional em certas partes, mostrando novamente que os interesses de uma classe alta sempre acabam afetando de maneira negativa as classes mais baixas.

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Para os aficionados por suspense esta é uma ótima pedida. Ele segue aquele ritmo alucinante que prende e te faz torcer para o mocinho correr ou para o protagonista dar uma porrada no bad guy, aí coloca um adicional de sadismo e você tem um filme de suspense muito bom, que entretém e te faz dar alguns pulos de histeria. 12 Horas Para Sobreviver com certeza é um bom filme, com boas atuações e com um ritmo frenético. Frank Grillo traz no seu personagem (que possui técnicas militares de combate e uma pontaria sem igual) o ideal norte-americano. O motivo principal que irá levá-lo ao cinema é a correria, o sadismo dos personagens que mostram até que ponto vai a insanidade humana, então que for assisti-lo deve esperar cenas brutais, sangrentas e muita, muita doideira 😉

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Edervan Baldin
Colaborador | | Também do autor.

Amante de ficção científica e filmes de super heróis. É fominha por seriados e ainda está esperando receber a cartinha para Hogwarts ou aparecer um guarda roupa que leve à entrada para Nárnia.

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