12 vezes que a Tristeza assumiu o controle nos filmes da Disney.

Depois de Divertida Mente, é muito difícil não imaginar a nossa cabeça como uma verdadeira central de comando das emoções, não é verdade? Eu pelo menos vivo pensando qual sentimento está no controle quando vejo algum filme ou leio algum livro e etc e tal. Mas se tem uma coisa na qual eu não tenho dúvidas, é de que a Tristeza A-M-O-U assumir a posição nas cenas a seguir. Vem ver quais são elas 🙂

Que o final de Monstros S.A seria difícil de aguentar firme, todos já imaginavam. Só não sabíamos que seria daquela maneira, com um adeus tão dolorido entre dois personagens de um carisma inquestionável e uma história de amizade tão bonita. Que atire a primeira pedra quem não ficou com o peito ardido e a garganta seca naquele momento 😉

Ver o Andy doando Woody, Buzz e companhia é tipo uma constatação de que eu não somos mais crianças e foi muito difícil aceitar isso. A Disney é expert em esfregar certas coisas na nossa cara e ouvir o garoto falando sobre cada um dos brinquedos é um verdadeiro soco na boca do estômago 🙁

Bing Bong é o amigo imaginário que está perdido no inconsciente da protagonista do filme, tudo que ele mais quer é brincar com a garotinha pelo menos mais UMA vez… só que esses planos foram frustrados por um roteirista sem coração que criou um buraco de esquecimento na trama e é justamente lá que o fofo cai. Como se não fosse desgraça o suficiente, é nesta mesma cena que vemos a ALEGRIA CHORAR, ou seja…

Carl e Ellie eram crianças felizes e sonhadoras que se tornaram adultos super apaixonados. Até que se casaram, construíram uma vida e ela engravidou…. tudo seria lindo se ela não perdesse o filho e não conseguir mais engravidar. A solução foi decidir realizar seu maior sonho, só que a vida passou, ela ficou velhinha, ficou doente e morreu deixando o amor da sua vida sozinho e sem realizar o que mais desejou. Esses são apenas os 10 primeiros minutos de filme 😉

Eu não tenho nem coragem de descrever essa cena, mas se você quiser ver o vídeo é só clicar aqui.

Tá certo que foi uma atitude extremamente nobre do vilão mais bonzinho do mundo, mas precisava fazer isso com uma das personagens mais alegres que as animações já viram? Precisava cortar tão fundo o nosso coração? Os gritos de misericórdia de Vanellope ecoam na minha mente até hoje.

O Bom Dinossauro fala sobre medo, solidão, perdas e cara… essa cena consegue misturar tudo isso de uma maneira absurda e é muito difícil lidar com ela. As duas espécies se entendendo e expressando os seus sentimentos é muito comovente e seria lindo se não fosse trágico. Ah, sem falar no final que também é outro momento tristíssimo do filme!

Essa é outra cena que eu prefiro nem descrever, tenho certeza que vocês lembraram do Simba pedindo pro pai levantar 🙁

O simpático vaga lume estava contente por achar que enfim estaria ao lado da sua amada Evangeline – que na verdade era um planeta – enquanto nós estávamos com o nariz escorrendo e o peito doendo diante aquela cena. Vale como consolo pensar que pelo menos ele estava feliz diante da morte 🙁

Buzz é um dos personagens mais legais da Disney e isso não é exagero. É muito triste ver ele caindo na real e descobrindo que não é um Patrulheiro Espacial e sim um brinquedo de plástico que não consegue voar e seu laser é só uma luzinha que pisca.

Ele só queria viver lá fora como alguém comum e ter apenas um dia ao sol, só bastava um para ser lembrado. Mas o ser humano precisava humilhar, precisava judiar, tiveram a necessidade de degradar toda a felicidade que ele estava sentindo e tornar tudo tão difícil de testemunhar 🙁

Wall-E tem uma história tristíssima e perceber que um personagem que transborda carisma, vive sozinho em um mundo destruído, é de partir o coração. Mas uma das coisas que o torna mais triste ainda, é notar que o caminho que nosso planeta está seguindo vai muito de acordo com o que foi mostrado na trama. Dá uma dor no peito notar que a realidade dessa história não é tão absurda assim 🙁

BÔNUS

Toda a história de ”O Cão e a Raposa”.

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Victor Piacenti

Um cara fanático por Stephen King, que sente um prazer imenso ao ver uma cidade sendo destruída na tela do cinema. Além de ser sagitariano, não sabe andar de bicicleta, é viciado em coxinha e acredita (até demais!) em ETs.

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