Os melhores filmes de Quentin Tarantino (até agora).

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Oi gente, tudo bem? Fiz um ranking pessoal com meus oito filmes favoritos dirigidos por Quentin Tarantino. Quem é apaixonado mesmo por cinema, com certeza já conhece o trabalho dele e/ou ama muito seus filmes…. ou também odeia. Como já devem ter percebido faço parte do time dos apaixonados e queria compartilhar com vocês. Você concorda? Discorda? Qual seria a sua ordem? VEM GENTE! 🙂

Baseado no livro de Rum Punch de Elmore Leonard, este é o primeiro trabalho de Tarantino adaptado de uma obra existente. No final o diretor deixa claro que deveria continuar com suas ideias originais, fazendo de Jackie Brown o filme menos “Tarantino”.

Podemos notar o enredo sereno do livro que entra em conflito com o estilo franco-atirador de Tarantino. A trama gira em torno de uma comissária de bordo (Pam Grier) que trafica dinheiro para os Estados Unidos, a mando de um vendedor de armas (Samuel L. Jackson). Quando dois policiais oferecem um acordo para que ela entregue o bandido, esta mulher decide dar a volta em todos os envolvidos.

Um dos pontos mais altos deste filme, é a forma como Tarantino equilibra o tom, alternando entre cenas brutais sobre a rotina dos escravos e a comédia. Sem contar na trilha sonora incrível que envolve cada vez mais o público.

O filme é feito para agradar os fãs e consegue. Ele conta a história de Django (Jamie Foxx) um escravo liberto que possui um passado brutal com seus antigos proprietários, que o leva ao encontro de um caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz (Christoph Waltz) que está em busca dos irmãos assassinos Brittle.

O racismo de Django Livre é chocante, mas é realista para a época em que a história se passa.

A história do filme passa tão rápido que não temos tempo de entender o que está acontecendo até o ultimo tiro. O filme conta com atores como Tim Roth, Steve Buscemi, Michael Madsen, Lawrence Tierney e Harvey Keitel que deixam performances históricas. Não é atoa que muitos roteiristas e diretores tentaram adaptar o estilo pós-moderno de Tarantino, mas ninguém conseguiu fazer tão bem.

O filme mais curto de Tarantino foi o que levou a consolidar seu nome no mercado cinematográfico.

A sequência continua com A Noiva (Uma Thurman) em busca de sua vingança contra os três últimos nomes de sua lista: Elle Driver (Daryl Hannah), Budd (Michael Madsen) e Bill (David Carradine). O filme conta com grandes diálogos e grandes referências à cultura pop.

O filme pertence a Uma Thurman, que nos mostra toda sua capacidade como artista. Kill Bill Vol. 2 vem com muita história para contar que caracteriza para fugir de filmes de ação com pouco enredo. Podemos até dizer que este é o filme com mais diálogos de Tarantino.

Após de acordar de um coma que durou quatro anos, a Noiva (Uma Thurman) sai em busca de uma vingança sanguinária. A primeira parte do filme é mais tradicional em comparação com sua continuação. Deixo a primeira parte a frente, pois é neste filme que somos apresentados a personagem, que nos apresenta sua espiritualidade  e faz com que o público compartilhe suas emoções em busca de sua vingança.

Os Oito Odiados é brutal ao discutir as relações raciais e a natureza humana, que passa dentro da violência do Velho Oeste. Possui grandes diálogos (às vezes um pouco cansativos) e o melhor desfecho já feito por Tarantino. O filme explora as relações raciais nos Estados Unidos pós-guerra civil e também aborda problemas contemporâneos.

Este filme possui algumas semelhanças com Cães de Aluguel, que ajuda os fãs a antecipar até onde a história pode chegar, sem deixar que seja tão surpreendente.

Este é o filme que marca totalmente a cultura pop, com o “faça você mesmo”. Possui diálogos inesquecíveis (And I dare you, I double dare you motherfucker!) além do poder em levantar artistas como John Travolta. O filme tem muita ação, armas em abundância e muito humor.

Tarantino consegue estabelecer como uma força reconhecida, com sua direção inspirada e músicas como elementos essenciais dentro da história. Pulp Fiction não muda apenas a produção do cinema, muda até nossas expectativas.

É um dos trabalhos mais teatrais do diretor (e o meu preferido) desde Cães de Aluguel. O filme é cheio de diálogos, suspense e humor que todo fã de Tarantino ama. Christoph Waltz é a alma do filme, charmoso, covarde, brutal é considerado até hoje um dos melhores vilões já criados por Tarantino. O herói Aldo Raine, cativa o público e nos apresenta um dos melhores trabalhos de Brad Pitt, com cenas muito engraçadas.

Patricia Luchetti
Colaborador | Também do autor.

21 anos, mora em São Paulo (ou nas profundezas de Mordor). Estudante de arquitetura e Urbanismo, apreciadora do mundo cinematográfico desde que aprendeu a ligar a TV sozinha. Gosta de coisas esquisitas, metal progressivo, nerdices e vive em busca de um bom filme de terror. Sabe que vai ter um dia bom quando pode passar ele inteiro vendo séries e filmes com um copão de Coca-Cola.

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