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Star Trek: Sem Fronteiras (Crítica)

No terceiro capítulo da saga baseada no seriado admirado por gerações, Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek Beyond) chega para mostrar que tem espaço entre os bons filmes de ação e ficção científica. De forma simples e divertida, o filme vai ganhando seu valor entre as adaptações de clássicos para a nova geração que com certeza deve sair satisfeita ao assistir uma aventura bem feita.

STAR TREK BEYOND

Capitão Kirk (Chris Pine) está em uma missão especial de cinco anos na Enterprise que era tão almejada nos filmes anteriores e que hoje talvez não seja toda “aquela Brastemp” que sua tripulação imaginava. Em busca de um encontro pacífico, Jim Kirk leva uma antiga arma para uma tribo de alienígenas como presente e não é recebido com flores, pelo contrário, é atacado pelas criaturas e termina voltando forçado para a Enterprise. Ao sair do planeta, a tripulação recebe um pedido de socorro vindo de uma sobrevivente de um terrível ataque ocorrido no espaço.

STAR TREK BEYOND

Durante um inesperado ataque de inimigos desconhecidos, a tripulação cai dividida em um planeta sem nenhum tipo de comunicação com sua base. Em busca de uma fuga do lugar desconhecido, o vilão Krall (Idris Elba) elabora um plano maligno para acabar com a Federação com um artefato que está em mãos da tripulação do Enterprise. Em meio de todo este caos, a trama se desenvolve com leveza e sem a necessidade de criar diversas subtramas que te fazem enlouquecer durante um filme que já é visualmente de encher os olhos com seus efeitos especiais e as diversas espécies alienígenas que aparecem em cena.

STAR TREK BEYOND

De forma simples e prática, assistimos a evolução dos personagens como o Dr. ‘Magro’ McCoy (Karl Urban) e o famoso não muito simpático comandante Spock (Zachary Quinto). A interação dos personagens é deliciosa de se assistir, onde podemos encontrar o lado cômico e o lado dramático na dose certa e que deixam tudo melhor sem ficar forçado. Como a tripulação foi separada durante a queda, podemos ver o crescimento de vários núcleos no mesmo filme já que alguns não tiveram tanto destaque nos capítulos anteriores.

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Não temos grandes novidades ou cenas que façam você ficar com o queixo caído, Sem Fronteiras de certa forma não empolga tanto como Além da Escuridão, mas isso não o torna ruim, de forma alguma. Ele mostra que não veio para bater de frente com outras franquias milionárias, é despretensioso e cumpre o papel de que é um filme para divertir os fãs do gênero e da eterna Jornada nas Estrelas.

4 estrelas

Star Trek: Sem Fronteiras está em exibição nos cinemas com cópias dubladas, legendadas, em 3D, IMAX e 4D. Verifique a disponibilidade em sua cidade 🖖

Natalia Seibert
Editor | | Também do autor.

Sou a diferentona viciada em séries de TV, filmes e fã de Ashley Tisdale. 100% ariana, não manjo nada de signos e já usei muito a desculpa de não querer sair de casa por que estava bem confortável com pijama e pantufa em casa. Não assisto filmes de terror a noite e muito menos sozinha!

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