Trolls (Crítica)

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Para ser bem sincero, quando vi o trailer de Trolls não me empolguei em nada e confesso ter achado tudo bem bobinho. Mesmo adorando animações infantis e todo o ar que elas tem, essa realmente não me comprou e esperava mais um desses filmes esquecíveis que a Globo iria amar exibir nos especiais de dia das crianças. Isso não é necessariamente ruim, afinal o público alvo deles é outro, mas em meio a tantas produções que são feitas para todas as idades e conseguem envolver até mesmo o mais chato dos adultos, acabei subestimando essa. Esse foi o meu maior erro.

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Os Trolls são criaturas mágicas, coloridas e cabeludas que adoram abraçar, cantar, dançar e esbanjar sua felicidade a todo momento. Porém, essa alegria serve de alimento para monstros feiosos e infelizes chamados Bergens, que se alimentam dos bichinhos com o propósito de absorver esse sentimento. Quando eles descobrem o seu esconderijo e sequestram a alguns de seus companheiros, a princesa Poppy se junta ao seu amargo amigo, Tronco, em uma jornada para salvá-los e assim devolver a paz ao seu mundinho 🙂

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Com um visual coloridéééérrimo, lotado de músicas famosas e cenas bonitinhas, Trolls foi uma adorável surpresa. Ele é um filme feliz, cheio de magia e que dá a mesma sensação de chegar em casa cansado e sua mãe ter deixado de presente uma lasanha recheadona de queijo e lotada de molho. Isso sem falar no seu humor inocente, que rende risadas sinceras e aquele sorrisinho no canto do rosto o tempo inteiro, agradando em cheio todo mundo que quer um entretenimento rápido e com mensagens muito legais sobre encontrar a felicidade e ser você mesmo independentemente da situação. Não tenho dúvidas de que os pais ficarão muito satisfeitos no final, a garotada com certeza vai adorar… até mesmo aquela que já passou dos 25.

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Trolls é um filme bonitinho, alegre e inofensivo que cumpre a missão de entreter todos os públicos. Ele pode não ter momentos tão memoráveis quanto outras animações e muito menos ser uma das melhores já feitas, mas ainda assim é uma opção válida por conter personagens legais, bastante descontração e uma energia muito gostosa que nos fazer sair do cinema com um sorriso no rosto e também com a impagável sensação de receber um carinho gigante na alma 😉

Victor Piacenti
Editor Chefe | | Também do autor.

Um cara fanático por Stephen King, que sente um prazer imenso ao ver uma cidade sendo destruída na tela do cinema. Além de ser sagitariano, não sabe andar de bicicleta, é viciado em coxinha e acredita (até demais!) em ETs.

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